Vim hoje pra mostrar um pouco da domingueira de sucesso e um pouco quente demais da H.Club.
A galera se mistura e todos juntos ralam o tareco no chão e a prikita nas britas kkkk ao som do batidão da suingueira...Um pouco de medo!!!
Mas que nada... O promotter Cristiano de Barros garante que o domingo é um dos dias mais bacanas e divertidos da boate pois a galera se liberta.
Sendo verdade ou não só indo lá pra ver; Muitos brincam dizendo que o domingo é o de São Jorge pois você prepara a lança e vai caçar alguns dragõeszinhos a solta na baladeeenha hostil... Prefiro acreditar que cada domingo é diferente e que podemos nos surpreender, surpresas boas ou más kkkk(Não disse nada Flávio) er... bom.. enfim.. kkkk o que vale mais na baladeeena é a diversão não acham!
Na nite tocaram os djs Washington e Bruno Ramos e a banda queridinha da galera que é a Badallada com seu famoso rebolado sensualizado.
Presenças dos V.I.Ps: Nandasinha(Hostess ACasaPub) e sua trupe de queridos amigos vindos de fora... Da irreverente Trans e cabelereira Jô Golveia entre outros...
Vamos deixar esse falatório e embarcar nas fotos quentes do domingão badallado.
Olha só essa novidade bacana; Você já pode levar Lady Gaga para casa. E Madonna, Beyoncé e Michael Jackson também. Uma linha de capas divertidas para chaves está disponível no site da Key Caps. A coleção com as quatro estrelas da música chama-se Pop Collection e é a sensação da marca.
Além das capinhas - que aparecem em várias versões como unicórnios, monstrinhos e biscoitinhos - há ainda chaveiros em formato de muffin, torta e sanduíche. A marca é nova e foi idealizada pelo designer e publicitário Kesley Gomes. Para conhecer todas as opções, vá em: http://www.keycaps.com.br/
Armani Exchange e a campanha com casais homos e héteros
A campanha foi do Dia dos Namorados da grife que mostrou um casal de homens, um de mulheres e outro hétero. O lema é Share the Love (compartilhe o amor).
Opinião:
Sabe as dezenas de marcas de roupa e acessórios que lucram muito com gays e lésbicas, mas que preferem agradar só aos heterossexuais? Esqueça-as e olhe com muito carinho para a Armani Exchange.
E tem brasileiros nas fotos. Marlon Teixeira é o que está à esquerda junto com um homem. Tamiris Souza Freitas está à direita na foto do casal de lésbicas. A campanha foi veiculada nos Estados Unidos em fevereiro, quando se comemora o Dia dos Namorados no país, e, agora, chega ao Brasil.
O vice-presidente de marketing global da marca disse que o Giorgio Armani, dono da empresa, simplesmente adorou a idéia e a aprovou sem nenhuma restrição. Esse sim, merece nosso dinheiro.
Ahazza Armani!!!
Armani Exchange - Share the Love (compartilhe o amor) campanha sem preconceito.
Carlos Apolinário Vereador do DEM-SP critica apoio a LGBTs
\"Eu não tenho homofobia, convivo bem com gays. Meu cabeleireiro é gay, um amor de pessoa. Quando chego ao salão, ele me beija no rosto\" Carlos Apolinário.
Esse Carlos Apolinário não aprende mesmo... mais uma vez. O vereador do Democratas de São Paulo; Simmm aquele que apresentou projeto pedindo a proibição da realização da Parada Gay na Avenida Paulista criticou o apoio dado pelo poder público municipal à criação do Centro de Informações Turísticas GLS (CIT-GLS). A iniciativa, que está em funcionamento no Casarão Brasil desde 18 de maio, tem apoio da Prefeitura da cidade por meio da Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual.
Mas na visão de Apolinário, seu companheiro de partido Gilberto Kassab não deveria dar aval à ideia, já que um prefeito \"tem que governar para todos\". Ainda de acordo com o vereador, o apoio do município ao CIT-GLS concede um privilégio aos homossexuais o que não é bem assim é um direito que se cabe a todo mundo.
\"Se os homossexuais e a ONG instalada lá quisessem fazer um centro de referência por conta própria é um direito deles. Agora, a Prefeitura não pode assumir um espaço dando privilégio a uma atividade. É a mesma coisa que criar um centro de informações só sobre evangélicos ou macumba\", vociferou equivocadamente sem argumento.
Apolinário, que é evangélico da Igreja Assembleia de Deus, nega ser homofóbico. \"Eu não tenho homofobia, convivo bem com gays. Meu cabeleireiro é gay, um amor de pessoa. Quando chego ao salão, ele me beija no rosto\", garantiu... Sei!
Mas o vereador parece não lembrar do quanto São Paulo lucra com a realização da Parada Gay. O evento injetou nada mais nada menos que R$196 milhões na economia da cidade, boa parte deste montante movimentado por turistas LGBT.
Daí fica a dica da Registroglam que na hora de abrir a boca que seja para construir e não destruir conquistas tão sofridas.
www.twitter.com/flaviocansancao
Vereador do DEM-SP critica apoio da prefeitura paulistana a Centro de Informações Turísticas GLS
Vim aqui hoje pra dar uma dica de livro bem interessante que é A TV no Armário de Irineu Ramos; muito divertido e interessante!
Na obra, o autor analisa diversos aspectos do tratamento dado aos gays na programação humorística, em telejornais e em novelas, demonstrando as diversas formas pelas quais o preconceito é estimulado. Baseando-se no pensamento de Michel Foucault e noções da teoria queer, ou teoria do estranhamento, o autor comprova que a televisão brasileira acaba transmitindo valores negativos, depreciativos e caricatos no que se refere aos gays. “Está na hora de mudar de rumo”, afirma Ribeiro, lembrando que a mídia tem um papel determinante na formação de identidade.
O autor discorre sobre o limiar dos gêneros, abordando questões como ambiguidade, identidade, sexualidade e formas de pensar. Fala sobre o desenvolvimento das identidades sexuais “proscritas” no decorrer do século XX e as relações de poder na mídia televisiva. Faz um breve histórico do movimento homossexual no mundo e de algumas de suas lutas até chegar à década de 1970, quando o gênero passa a ter uma conotação social ampla. “O conceito de gênero se refere à construção social e cultural que se organiza a partir da diferença sexual”, revela o autor.
O livro traz ainda um breve relato histórico do surgimento da TV no Brasil e o levantamento da cobertura jornalística televisiva da Parada do Orgulho Gay de São Paulo. Em seguida, o autor examina alguns programas humorísticos que tratam o gay com escracho, um game show que perde a oportunidade de esclarecer que a diferença é saudável e uma novela que acaba apelando para o sentimentalismo na hora de retratar o amor homossexual. “Procuro demonstrar as sutis abordagens em que o preconceito é estimulado e impede a existência de um mundo onde a diferença seja respeitada”, explica o autor.
“Ribeiro tem a rara capacidade de expor as inclinações preconceituosas e reforçadoras de preconceitos que as emissões de TV disseminam em relação aos homossexuais sem cair na tentação de enxergar nisso uma conspiração dos setores dominantes da sociedade. Ele entende a dinâmica da indústria cultural e não a acusa de intenções diabólicas”, afirma Carlos Eduardo Lins da Silva, ex-ombudsman da Folha de S.Paulo, que assina o prefácio da obra.