Ricardo Coelho

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Auuuuuuuuuuuuuuuuu!!! Eleição Ufal: Eurico Lobo é eleito novo reitor

Eleição Ufal: Eurico Lobo é eleito novo reitor

Dados preliminares foram divulgados pela assessoria de comunicação da Ufal.

19h17, 09 de Junho de 2011 Danielle Silva

Priscylla Régia/Alagoas24Horas
A votação ocorreu em quatro zonas eleitorais

Dados preliminares divulgados pela assessoria de comunicação da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) apontam para uma vitória em primeiro turno de Eurico Lôbo para a direção da instituição de ensino para o quadriênio 2011/2015.

Segundo os números divulgados pela assessoria, o candidato Eurico Lôbo teria sido escolhido pelos três segmentos da universidade: técnicos, docentes e estudantes com 54,12% de votos válidos.

Até as 19h desta quinta-feira, a apuração dos votos não havia sido concluída, restavam seis urnas para serem apuradas, conforme salientou a assessoria da instituição.

Ao todo foram 51 urnas distribuídas pelos campi. Destas, 17 para técnicos e docentes e 34 para estudantes. Em Maceió, a votação se encerrou por volta das 21h de quarta-feira (8).

Três chapas encabeçadas pelos candidatos Valéria Correia, Paulo Vanderlei e Eurico Lôbo disputaram o comando da reitoria da UFAL.

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Faculdade aprova aluno de oito anos no vestibular; OAB pede intervenção do MEC

Faculdade aprova aluno de oito anos no vestibular; OAB pede intervenção do MEC

Sebastião Montalvão
Especial para o UOL
Em Goiânia*
  • O que você acha da aprovação do garoto?


  • Um garoto de oito anos é o novo calouro na Faculdade de Direito da Unip (Universidade Paulista) de Goiânia. João Víctor Portelinha de Oliveira, que está adiantado na escola em relação aos garotos de sua idade (está no 5º ano do ensino fundamental), pediu aos pais para ser inscrito no vestibular. Surpreendeu a todos ao ter o nome divulgado na lista de aprovados.

    A situação inusitada aconteceu no último concurso da faculdade e a família já decidiu. Se precisar, vai recorrer à Justiça para garantir que João Víctor faça o curso. "É um sonho dele e vamos correr atrás. Ele tem o direito de freqüentar as aulas", disse a mãe do garoto, a arquiteta Maristela Martins Portelinha.

    Arquivo pessoal da família
    João Víctor foi aprovado para direito, em faculdade de Goiânia, e fez a matrícula
    Ele fez a prova agendada -- modalidade que permite a qualquer candidato marcar prova individual -- na última sexta-feira (29/2) e o resultado saiu segunda (3/3). A matrícula no curso foi efetivada nesta quarta-feira (5).

    Para Maristela, o filho não é superdotato. Segundo ela, João é uma criança responsável, estudiosa e que gosta muito de ler. "Ele acompanha desde o caderno de esportes até as reportagens de política. O gosto pela leitura o ajudou muito na redação".

    O tema solicitado na prova foi a capa de uma revista semanal que o garoto havia lido poucos dias antes. "A redação foi fácil. Quem não consegue escrever um texto com base numa matéria que saiu na imprensa?", questiona o garoto.

    A redação do UOL, em São Paulo, tentou obter uma cópia da prova aplicada no último vestibular da Unip, mas a comissão do vestibular informou que as avaliações só são divulgadas mediante autorização de seu presidente, por e-mail. O UOL enviou o e-mail, mas até as 19h20 desta quarta não havia obtido resposta. Mesmo os estudantes que fazem o concurso não podem levar a prova para casa.

    "Quero ser juiz federal"
    João Víctor se define como uma criança normal e que gosta de brincar. Ele disse que não encontrou dificuldade para fazer as provas. "Matemática, fisica e química eu fiquei em dúvida, porque ainda não vi na escola", disse o novo estudante de direito, que se preparou durante uma semana para o vestibular.

    O primeiro desafio, segundo ele, será conciliar a faculdade e o colégio. "Vou fazer a faculdade de manhã e continuar com os estudos da escola à tarde", diz o garoto, que escolheu direito por influência do pai, William Ribeiro de Oliveira, que está no segundo ano do curso na mesma instituição.

    Mas os planos de João Víctor vão além do bacharelado. "Quero ser advogado até os 15 anos, mas meu grande sonho é ser juiz federal. Acho que até os 18 eu vou conseguir", disse.

    Treineiro
    A unidade da Unip, em Goiânia, não quis se pronunciar sobre o assunto. Através da assessoria de imprensa, em São Paulo, a instituição emitiu uma nota:

    "De acordo com as normas acadêmicas da Unip, o estudante João Victor Portelinha de Oliveira participou do processo seletivo na condição de 'treineiro', numa prática adotada por várias universidades públicas e privadas.

    O desempenho do estudante, levando em consideração sua idade e escolaridade, foi bom, especialmente na prova de redação, em que revelou boa capacidade de expressão e manejo eficiente da língua. A singeleza do conteúdo não destoava da linguagem simples, direta, coloquial, com poucos deslizes em relação à norma culta. Este fato o torna merecedor de um acompanhamento especial em seus estudos".


    OAB quer fiscalização
    A OAB (Ordem do Advogados do Brasil), seção Goiás, também se pronunciou por meio de nota.

    "A Ordem dos Advogados do Brasil - Seção de Goiás considera preocupante a informação de que uma criança de apenas oito anos passou no vestibular da Faculdade Unip para o curso de direito. O fato materializa o alerta que a OAB-GO vem fazendo há tempos sobre a mercantilização do ensino jurídico, que não está sendo tratada pelas autoridades com a devida urgência que requer. A OAB-GO defende maior rigor na fiscalização das Instituições de Ensino Superior por parte do Ministério da Educação e luta para que sejam punidas aquelas que tratam o curso de Direito com interesse meramente mercantil, desrespeitando a relevância da boa formação do bacharel para a sociedade.

    O referido fato, por si só, caso seja comprovado, merece que a instituição de ensino sofra imediata intervenção do MEC para que seja verificado se casos semelhantes ocorrem com freqüência e em que circunstância o episódio ocorreu.

    Nesse caso, a OAB-GO, uma das principais interessadas em ver apurada a denúncia absurda e defensora de mudanças efetivas no ensino jurídico que priorizem a qualidade do mesmo, se dispõe a acompanhar um ato dessa natureza".


    Precedentes em Goiás
    O imbróglio jurídico que se instala diante da situação tem precedentes em Goiás, mas nunca com um candidato tão jovem. O Tribunal de Justiça do Estado acumula várias ações de pessoas que requisitam a vaga sem ter terminado o segundo grau, mas os casos geralmente envolvem estudantes que estão próximos de concluir o ensino médio.

    "São pessoas que estão terminando o 3º ano no fim do ano e fazem o vestibular no meio do ano, por exemplo. Mas em um caso como o do João Victor, não temos precedentes", informou o juiz da 3ª Vara de Fazenda Pública do TJ, Ary Ferreira de Queiroz.

    No entendimento do juiz, é possível que o garoto freqüente as aulas na Faculdade de Direito. Mas, para isso, é preciso obedecer o Artigo 47 da LDB (Lei de Diretrizes e Bases), que prevê processo de aceleração de curso. "Na prática, isso quer dizer que ele precisa fazer uma prova em uma instituição habilitada cujo resultado valha como conclusão de ensino médio. Sem isso, é impossível", diz o juiz.

    Já o Conselho Estadual de Educação, que se pronunciou durante coletiva à imprensa, tem entendimento diferente. De acordo com professora Maria do Rosário Cassemiro, presidente do Conselho, a competência legal para este caso é do Conselho Federal de Educação. Segundo ela, cabe ao Conselho analisar apenas questões relativas ao ensino superior estadual e municipal.

    "A Lei é clara ao dizer que para cursar o ensino superior é preciso que a pessoa tenha concluído o ensino médio e ser classificada em processo seletivo. Pela lei atual, o menino que tem oito anos deveria estar no segundo ano do ensino fundamental, portanto é impossível ele ser matriculado", diz Maria do Rosário.
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    Menino de 13 anos cursa três faculdades na Argentina

    Menino de 13 anos cursa três faculdades na Argentina

    Marcia Carmo
    De Buenos Aires para a BBC Brasil
     
    • Daniel Cáceres / Clarín

    Aos 13 anos de idade, o argentino Kouichi Cruz é o aluno mais novo da Faculdade de Matemática, Astronomia e Física (FAMAF) da Universidade de Córdoba. Ele estudará ainda, simultaneamente, engenharia informática e ciências econômicas na mesma universidade.

    Kouichi é filho único, mora com uma tia, Alejandra Perez, na cidade de Córdoba, e seus pais vivem na Espanha, onde trabalham. “Kouichi está tendo a infância que quer ter. Ele é feliz assim, estudando”, disse à BBC Brasil a tia Alejandra Perez.

    Ela contou que no início, quando Kouichi era bebê, a família chegou a pensar que ele fosse “autista”. Mas aos quatro anos de idade, os exames médicos indicaram que o menino tinha o QI mais alto que a média das crianças da sua idade.

    “Kouichi sempre soube o que quis: estudar matemática, informática, engenharia. Para ele, são carreiras que se complementam”, disse a tia.

    A rotina do garoto é diferente do cotidiano dos meninos da sua idade, especialmente a partir deste ano, depois de ter passado nas provas para entrar na universidade.

    “Ele estuda de manhã e também à tarde. E em casa, quando não está resolvendo problemas de matemática, gosta de assistir alguns programas de comédia na televisão”, conta ela. Futebol ou outros esportes não fazem parte de sua agenda de interesses.

    O menino nasceu na cidade de Bahia Blanca, na província de Buenos Aires. Seus pais se mudaram para a província de Jujuy, no norte do país, porque ali ele podia estudar mais adiantado que os colegas da sua idade, sem ter que respeitar um cronograma por faixa etária.

    No primeiro dia de aula, nesta semana, o universitário disse ao jornal Clarín que as aulas foram mais fáceis do que imaginou. “A aula não foi tão simples como no segundo grau, mas também não foi tão complicada como cheguei a imaginar”, afirmou.

    Kouichi, segundo a tia, é “rápido” para resolver questões matemáticas, tímido no início de uma nova conversa, mas decidido em relação ao que quer ser quando crescer. “Ele quer ser empresário e acha que estudar é fundamental para esta meta”, disse a tia.

    O reitor da FAMAF, Daniel Barraco, afirmou ao jornal argentino que é a primeira vez que um menino de 13 anos está entre os universitários dessa carreira. “Sinto enorme emoção por ter aqui uma pessoa tão jovem e tão inteligente na faculdade. Mas sabemos que por ele ser tão jovem também aumenta nossa responsabilidade em relação a ele”, disse Barraco.

    Os pais de Kouichi – ela é farmacêutica; ele, anestesista – choraram ao deixar o menino com a tia materna. “Mas, apesar das lágrimas, eles só estão respeitando a vontade do menino que há muito tempo sabia onde e que carreira universitária seguir. Eles só o deixem voar porque sabem o que ele quer”, disse a tia.

    Kouichi, contou, é assim chamado obedecendo a filosofia budista seguida pelos pais. “Nos contaram que Kouichi quer dizer 'o primeiro' e 'brilhante' e o nome realmente foi feito pra ele” afirma.

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    Garota de 16 anos ganha o direito de cursar medicina sem terminar ensino médio

    Garota de 16 anos ganha o direito de cursar medicina sem terminar ensino médio

    Celso Bejarano
    Especial para o UOL Educação
    Em Campo Grande (MS)
     

    Aos 16 anos e ainda sem completar o ensino médio, Isabel Tolentino ocupa uma das carteiras do curso de medicina da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Campo Grande (MS), onde nasceu e mora.


    Isabel na faculdade e comemorando aprovação

     
    Foto 4 de 4 - Aos 16 anos e ainda sem completar o ensino médio, Isabel Tolentino ocupa uma das carteiras do curso de medicina da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) Arquivo pessoal

    Ela ingressou no curso por meio do Enem (Exame Nacional de Ensino Médio). Aos 15 anos de idade, ela já podia ter ingressado no curso de engenharia de produção na Universidade Federal de Pelotas (RS). “Não quis isso porque estava no primeiro ano do ensino médio e não havia definido “se gostava ou não do curso”, diz Isabel.

    Isabel teve de recorrer à Justiça para garantir seu ingresso na universidade. Até duas semanas atrás, ela frequentava medicina e o ensino médio ao mesmo tempo. Agora, com uma permissão concedida pelo desembargador Joenildo de Souza Chaves, do TJ-MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), a garota pode continuar os estudos só no ensino superior.


    Segundo o desembargador, a limitação de idade para cursar a faculdade refere-se apenas à “capacidade intelectual da pessoa”. Os impedimentos deixariam de existir por Isabel ter provado seus conhecimentos no Enem.

    Filha única de um advogado e veterinário com uma psicóloga, Isabel diz que conseguiu a vaga por ter “estudado mais que os colegas” no ano passado. “Cursava o 2º ano durante o dia, mas à noite frequentava um curso preparatório para o Enem. Agora, com a decisão, estou aliviada e estudando menos.”

    Isabel acha que as escolas devem preocupar-se mais com o Enem. “O ensino médio se preocupa em questões específicas, já o Enem é mais amplo. Tanto que só passei porque fiz um cursinho para o Enem”, diz.

    A decisão de cursar medicina veio logo que entrou no ensino médio. “Sempre gostei de biologia e de matemática”. Ela pretende se especializar em genética médica ou em neurologia. Até que isso ocorra, serão necessários mais oito anos – seis do curso de gradução mais dois de especialização. Ou seja, aos 22 anos já poderá atuar como médica.

    Isabel gosta de ir a shows, ao cinema e ao shopping nos fins de semana. “Sou normal”, brinca. Durante o ensino básico, sua nota mais baixa foi um oito em educação artística, disciplina da qual “não gosta muito”.

    Já como estudante de medicina, ela já enfrentou sua primeira prova. “Tirei dez”, diz sorrindo a adolescente.

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    A SERPENTE E O VAGALUME

    A SERPENTE E O VAGALUME

    Conta a lenda que uma vez uma serpente começou a perseguir um vagalume.
    Este fugia rápido, com medo da feroz predadora e a serpente nem pensava
    em desistir.
    Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada....
    No terceiro dia, já sem forças o vagalume parou e disse à cobra:
    - Posso lhe fazer uma pergunta?
    - Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas já que vou te devorar
    mesmo, pode perguntar.
    - Pertenço a sua cadeia alimentar?
    - Não.
    - Eu te fiz algum mal?
    - Não.
    - Então, por que você quer acabar comigo?

    - Porque não suporto ver você brilhar!

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