Cinco lanchas que fazem passeios turísticos são afundadas em Maragogi

Cinco embarcações pertencentes à Associação dos Lancheiros de Ponta de Mangue (ALPM), em Maragogi, Litoral Norte de Alagoas, foram afundadas na noite de sexta-feira (2) numa suposta ação criminosa e orquestrada. As lanchas, que transportam turistas em passeios náuticos, estavam ancoradas. Não havia passageiros nem tripulantes sobre elas. Os associados acreditam que as embarcações foram […]

Cinco lanchas que fazem passeios turísticos são afundadas em Maragogi

Cinco embarcações pertencentes à Associação dos Lancheiros de Ponta de Mangue (ALPM), em Maragogi, Litoral Norte de Alagoas, foram afundadas na noite de sexta-feira (2) numa suposta ação criminosa e orquestrada. As lanchas, que transportam turistas em passeios náuticos, estavam ancoradas. Não havia passageiros nem tripulantes sobre elas.

Os associados acreditam que as embarcações foram alvo de sabotagem, mas não sabem a quem atribuir o crime.

“Pelo modo de agir, foi uma ação criminosa, não temos dúvidas disso. Entre tantas outras, afundaram justamente as lanchas de nossa associação, que estavam ancoradas no mar das praias de Ponta de Mangue e de Dourado”, afirmou o secretário da ALPM, Ib Soares da Rocha.

Segundo ele, para afundar as embarcações, os sabotadores removeram os tampões (bujões) que servem para drenar a água acumulada sobre a superfície da lancha. Os criminosos também cortaram as fiações elétricas conectadas às baterias e às bombas de porão.

Soares estima um prejuízo de mais de R$ 10 mil. O motor da lancha dele ficou submerso. O contato com a água salgada pode oxidar as peças. “Um motor desses custa R$ 50 mil. Tenho de parar 15 dias para fazer os reparos”, lamentou o secretário da ALPM.

Os associados não sabem a quem atribuir a sabotagem. Eles acionaram, ainda na noite de sexta-feira, o 6º Batalhão de Polícia Militar (6º BPM). Uma guarnição esteve no local, mas não conseguiu identificar os autores.

Os lancheiros informaram que vão formalizar queixa na delegacia de Polícia Civil de Maragogi. Jéferson Rafael da Rocha Santos, dono de uma das lanchas sabotadas, disse que o tio dele foi quem primeiro percebeu que as embarcações estavam afundadas, por volta das 21 horas, ao inspecioná-las.

As embarcações afundadas foram: Dragão do Mar 2, Bella Donna 2, Gostosona, Brilho do Sol e Sea Side. Ainda na noite de sexta-feira, os associados conseguiram rebocar as lanchas para terra firme onde iniciaram os reparos.

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