Conheça histórias de condutores da Tocha Olímpica

“Maceió com suas lindas praias fisgou meu coração. Apaixonei-me pela cidade e por uma maceioense, casei com ela e tivemos duas filhas. Já se passaram 26 anos e  continuo apaixonado por este lugar”. Este depoimento é do repórter fotográfico brasiliense Marco Antônio, que será um dos 110 condutores da Tocha Olímpica na capital alagoana, no dia 29 […]

“Maceió com suas lindas praias fisgou meu coração. Apaixonei-me pela cidade e por uma maceioense, casei com ela e tivemos duas filhas. Já se passaram 26 anos e  continuo apaixonado por este lugar”. Este depoimento é do repórter fotográfico brasiliense Marco Antônio, que será um dos 110 condutores da Tocha Olímpica na capital alagoana, no dia 29 de maio.

O horário previsto para a chegada da Tocha em Maceió é às 17h53, na Praça Multieventos, na Pajuçara. Os condutores ainda não sabem o trecho que vão percorrer, mas todos sonham com o dia histórico. Para ser um dos condutores do símbolo da paz, Marco Antonio fez sua inscrição como voluntário e contou sua história.

“Em 2009 fui internado com uma crise de hérnia de disco, foram 15 dias de cama, 30 dias de muletas e mais fisioterapia, RPG, remédios e mais remédios. Fiquei proibido de fazer esporte de impacto, então fui pedalar levemente. Um ano depois voltei a correr, aprendi a nadar, entrei para o  triathlon e o ano passado já fiz o meio Ironman (modalidade de triathlon de longas distâncias)”, contou Marco Antonio.

Ele começou como motorista no Correio do Brasil, onde aprendeu a profissão de fotógrafo. Hoje, Marco é um profissional premiado. Quando trabalhou na Revista Veja, ele veio cumprir pauta em Maceió e resolveu ficar. Marco Antônio é uma referência no fotojornalismo alagoano.

“Conduzir a tocha é fazer parte dessa união de amor pelo esporte. As Olimpíadas sempre me fascinaram e será uma honra poder conduzir o símbolo olímpico. Só o esporte para unir nações em guerra”, disse Marco Antônio.

Família

O apoio dos pais Aloísio Luciano dos Santos e Ana Agra ao esporte foi decisivo na vida do publicitário alagoano Allan Agra, selecionado pela patrocinadora Nissan para conduzir a Tocha.

“Devo aos meus pais porque, desde pequeno, eles me incentivaram a atividades esportivas. Meu pai, atleta amador, corria na praia e sempre me levava junto. Lembro que corríamos na areia da praia de Jacarecica”, afirmou Allan.

As boas lembranças guiaram a vida de Alan na dedicação ao esporte. O publicitário pratica corrida de rua e natação, além de adotar um estilo de vida saudável. Ele corre, em média, de 5 a 8km nos treinos e participa de corridas de 5 a 15km, entre as de rua e trekking.

“O esporte sempre esteve presente durante toda minha infância e adolescência

“O esporte sempre esteve presente durante toda minha infância e adolescência”, disse Allan Agra. Foto: Arquivo pessoal

#QuemSeAtreve foi a campanha da patrocinadora Nissan que escolheu Alan para conduzir a tocha.  “O esporte sempre esteve presente durante toda minha infância e adolescência”, conta ele, que atualmente é atleta amador.

“Conduzir a tocha é transmitir toda minha energia positiva aos atletas que treinam fortemente, que superam a si mesmos, e que dedicam suas vidas ao esporte. É uma honra participar desse momento e representar todos os amantes do esporte que têm a atividade física como estilo de vida para o equilíbrio do corpo e da mente”, declara o publicitário.

Cultura

Para o artista plástico Dalton Costa, ser condutor da Tocha foi o melhor presente que já recebeu, e ele veio de sua filha Joana. “Estou muito feliz. Nasci em Goiás, mas sou 100% alagoano, e fazer parte da história do esporte, uma linguagem universal, não tem preço. Fiquei surpreso porque foi minha filha Joana quem me indicou em segredo”, revela.

Dalton Costa artista plástico. Foto: Arquivo pessoal

Dalton Costa artista plástico. Foto: Arquivo pessoal

Dalton Costa desenvolve um trabalho cultural com o Barco Museu Coleção Karandash, que navega pelo Rio São Francisco divulgando os mestres do Sertão e promovendo oficinas de arte e de educação ambiental.

“Dalton tem um diálogo intenso e mágico com o sertão”, diz sua esposa, também artista plástica, Maria Amélia Vieira, que está feliz pela história do marido ser reconhecida nacionalmente.

Dalton nasceu em Goiânia (Goiás). Sua mãe, Maria Aparecida, é alagoana e em meados da década de 80 retornou para Maceió. “Conheci minha esposa, Maria Amélia, no inicio de 1985. Casamos, pedi demissão da antiga Telasa e  assumi a galeria Karandash e a arte, meu ofício de vida. Conduzir a tocha é levar comigo a minha história com a cidade e com os artistas da cultura popular alagoana”, reforça o artista.

Conheça histórias de condutores da Tocha Olímpica

“Maceió com suas lindas praias fisgou meu coração. Apaixonei-me pela cidade e por uma maceioense, casei com ela e tivemos duas filhas. Já se passaram 26 anos e  continuo apaixonado por este lugar”. Este depoimento é do repórter fotográfico brasiliense Marco Antônio, que será um dos 110 condutores da Tocha Olímpica na capital alagoana, no dia 29 de maio.

O horário previsto para a chegada da Tocha em Maceió é às 17h53, na Praça Multieventos, na Pajuçara. Os condutores ainda não sabem o trecho que vão percorrer, mas todos sonham com o dia histórico. Para ser um dos condutores do símbolo da paz, Marco Antonio fez sua inscrição como voluntário e contou sua história.

“Em 2009 fui internado com uma crise de hérnia de disco, foram 15 dias de cama, 30 dias de muletas e mais fisioterapia, RPG, remédios e mais remédios. Fiquei proibido de fazer esporte de impacto, então fui pedalar levemente. Um ano depois voltei a correr, aprendi a nadar, entrei para o  triathlon e o ano passado já fiz o meio Ironman (modalidade de triathlon de longas distâncias)”, contou Marco Antonio.

Ele começou como motorista no Correio do Brasil, onde aprendeu a profissão de fotógrafo. Hoje, Marco é um profissional premiado. Quando trabalhou na Revista Veja, ele veio cumprir pauta em Maceió e resolveu ficar. Marco Antônio é uma referência no fotojornalismo alagoano.

“Conduzir a tocha é fazer parte dessa união de amor pelo esporte. As Olimpíadas sempre me fascinaram e será uma honra poder conduzir o símbolo olímpico. Só o esporte para unir nações em guerra”, disse Marco Antônio.

Família

O apoio dos pais Aloísio Luciano dos Santos e Ana Agra ao esporte foi decisivo na vida do publicitário alagoano Allan Agra, selecionado pela patrocinadora Nissan para conduzir a Tocha.

“Devo aos meus pais porque, desde pequeno, eles me incentivaram a atividades esportivas. Meu pai, atleta amador, corria na praia e sempre me levava junto. Lembro que corríamos na areia da praia de Jacarecica”, afirmou Allan.

As boas lembranças guiaram a vida de Alan na dedicação ao esporte. O publicitário pratica corrida de rua e natação, além de adotar um estilo de vida saudável. Ele corre, em média, de 5 a 8km nos treinos e participa de corridas de 5 a 15km, entre as de rua e trekking.

“O esporte sempre esteve presente durante toda minha infância e adolescência

“O esporte sempre esteve presente durante toda minha infância e adolescência”, disse Allan Agra. Foto: Arquivo pessoal

#QuemSeAtreve foi a campanha da patrocinadora Nissan que escolheu Alan para conduzir a tocha.  “O esporte sempre esteve presente durante toda minha infância e adolescência”, conta ele, que atualmente é atleta amador.

“Conduzir a tocha é transmitir toda minha energia positiva aos atletas que treinam fortemente, que superam a si mesmos, e que dedicam suas vidas ao esporte. É uma honra participar desse momento e representar todos os amantes do esporte que têm a atividade física como estilo de vida para o equilíbrio do corpo e da mente”, declara o publicitário.

Cultura

Para o artista plástico Dalton Costa, ser condutor da Tocha foi o melhor presente que já recebeu, e ele veio de sua filha Joana. “Estou muito feliz. Nasci em Goiás, mas sou 100% alagoano, e fazer parte da história do esporte, uma linguagem universal, não tem preço. Fiquei surpreso porque foi minha filha Joana quem me indicou em segredo”, revela.

Dalton Costa artista plástico. Foto: Arquivo pessoal

Dalton Costa artista plástico. Foto: Arquivo pessoal

Dalton Costa desenvolve um trabalho cultural com o Barco Museu Coleção Karandash, que navega pelo Rio São Francisco divulgando os mestres do Sertão e promovendo oficinas de arte e de educação ambiental.

“Dalton tem um diálogo intenso e mágico com o sertão”, diz sua esposa, também artista plástica, Maria Amélia Vieira, que está feliz pela história do marido ser reconhecida nacionalmente.

Dalton nasceu em Goiânia (Goiás). Sua mãe, Maria Aparecida, é alagoana e em meados da década de 80 retornou para Maceió. “Conheci minha esposa, Maria Amélia, no inicio de 1985. Casamos, pedi demissão da antiga Telasa e  assumi a galeria Karandash e a arte, meu ofício de vida. Conduzir a tocha é levar comigo a minha história com a cidade e com os artistas da cultura popular alagoana”, reforça o artista.

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