Delegado deve pedir novo prazo para investigar queda de jovem do 6º andar

Polícia aguarda laudo do Instituto de Criminalística para concluir inquérito. Adolescente morreu ao cair da janela, em Maceió, no dia 29 de maio.

Delegado deve pedir novo prazo para investigar queda de jovem do 6º andar

O delegado Tarcizio Vitorino, que investiga a morte do adolescente Gabriel Herbert Pereira, 14, que caiu do 6º andar de um prédio, no bairro do Farol, em Maceió, no último dia 29 de maio, deve pedir a prorrogação do prazo para conclusão do inquérito. A informação foi repassada à reportagem do G1, na manhã desta segunda-feira (30), pelo escrivão Jadisson, do 7º Distrito Policial.

O prazo inicial para que as investigações fossem concluídas se encerrou no último domingo (29), entretanto, a polícia ainda aguarda o laudo do Instituto de Criminalística (IC), que pode apontar se a morte do adolescente foi suicídio, acidente ou homicídio. Gabriel Hebert usava cadeira de rodas desde que teve um tumor na cabeça e morreu após cair do edifício em que morava, na Rua Luiz de Mascarenhas.

O Instituto Médico Legal (IML) informou que concluiu o laudo cadavérico no dia 13 deste mês. No entanto, o resultado só foi enviado à polícia no dia 16. A previsão, segundo a assessoria da Perícia Oficial, era de que o laudo do IC fosse entregue na última sexta-feira (27), mas, segundo a polícia, isso não aconteceu até esta manhã.

“Como o prazo para a conclusão do inquerito encerrou ontem [domingo], o laudo deveria ter sido entregue com antecedência, mas não aconteceu. Já havíamos enviado um ofício no dia 5 de junho para cobrar esse laudo. O delegado deverá pedir prorrogação do prazo amanhã”, falou o policial.

Entenda o caso
O adolescente de 14 era filho único e morava apenas com a mãe. Segundo a polícia, mãe e filho estavam no quarto e ela teria saído para pegar o almoço dele, quando voltou, o adolescente havia caído da janela.

Os perititos estiveram no local e no apartamento da família de Gabriel Hebert. Após o trabalho realizado, o perito Edmundo Andrade afirmou que nenhuma hipótese está descartada e que a mãe do adolescente será fundamental nas investigações.

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