Professor Rodrigo Naves ministra em Maceió curso sobre Arte Moderna Brasileira

O crítico e historiador da arte, Rodrigo Naves, ministra em Maceió, no próximo sábado, dia 05, o curso “Arte Moderna Brasileira”. Durante o encontro, serão apontadas e analisadas algumas constantes e dificuldades, sobretudo a partir da obra de Guignard, Volpi, Milton da costa, Hélio Oiticica, Lygia Clark e Amilcar de Castro. Com três horas, o […]

Professor Rodrigo Naves ministra em Maceió curso sobre Arte Moderna Brasileira

O crítico e historiador da arte, Rodrigo Naves, ministra em Maceió, no próximo sábado, dia 05, o curso “Arte Moderna Brasileira”. Durante o encontro, serão apontadas e analisadas algumas constantes e dificuldades, sobretudo a partir da obra de Guignard, Volpi, Milton da costa, Hélio Oiticica, Lygia Clark e Amilcar de Castro. Com três horas, o evento acontece das 10h às 13 horas, na Galeria Gamma. 

 Rodrigo Naves é professor, com doutoramento em estética pelo Departamento de Filosofia da USP. Publicou ensaios e artigos em diversas revistas, jornais e catálogos brasileiros e do exterior, analisando obras de artistas modernos e contemporâneos. Foi editor do suplemento Folhetim da Folha de S. Paulo, da revista Novos Estudos do Cebrap, dirigiu a coleção Espaços da Arte Brasileira (Cosac & Naify) e participou das publicações A Parte do Fogo e Beijo. 

 Há mais de 20 anos realiza um curso livre de história da arte. Tem editados os seguintes livros: El Greco – um Mundo Turvo (Brasiliense, 1985), Amilcar de Castro (Tangente, 1991), A Forma Difícil – Ensaios sobre Arte Brasileira (Companhia das Letras, 2011, 3a ed.), Nelson Felix (Cosac & Naify, 1998), Goeldi (Cosac & Naify, 1999), Cassio Michalany (Cosac & Naify, 2001) e O Vento e o Moinho – ensaios sobre arte moderna e contemporânea (Companhia das Letras, 2007). 

 Naves prefaciou ainda a edição brasileira de Arte Moderna, de Giulio Carlo Argan (Companhia das Letras, 1992), e de Arte e Cultura, de Clement Greenberg (Ática, 1996). Em 1998, publicou o livro de ficção O Filantropo (Companhia das Letras), traduzido em 2009 na Argentina.

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