Projeto “Arte no Prato”, coleção de pratos de porcelana que une gastronomia e arte alagoana, é lançado pela ALGÁS nesta quinta (29)

Desfrutar do melhor da gastronomia alagoana, colecionar pratos ilustrados por alguns dos mais talentosos artistas da terra e ainda contribuir para uma causa social: a partir do dia 30 de outubro, esta é a experiência que o público terá a oportunidade de conferir com o lançamento do Arte no Prato, projeto desenvolvido e patrocinado pela […]

Projeto “Arte no Prato”, coleção de pratos de porcelana que une gastronomia e arte alagoana, é lançado pela ALGÁS nesta quinta (29)

Desfrutar do melhor da gastronomia alagoana, colecionar pratos ilustrados por alguns dos mais talentosos artistas da terra e ainda contribuir para uma causa social: a partir do dia 30 de outubro, esta é a experiência que o público terá a oportunidade de conferir com o lançamento do Arte no Prato, projeto desenvolvido e patrocinado pela ALGÁS, distribuidora alagoana de gás natural, em parceria com alguns dos principais restaurantes de Maceió, todos eles utilizadores de gás natural em suas cozinhas.

Para dar vida ao maior projeto artístico-gastronômico já desenvolvido no Estado, vinte restaurantes de diferentes especialidades foram convidados a desenvolver receitas exclusivas tomando como inspiração o artesanato alagoano. A partir dos nomes e ingredientes das receitas, um time de dez artistas visuais teve como desafio criar duas ilustrações, cujas imagens foram reproduzidas e impressas em uma coleção inédita e limitada de pratos de porcelana. Assim surgiram delícias gastronômicas e visuais como o “Gamberi Bordado à Labirinto”, criação do restaurante italiano Maria Antonieta interpretado por Rosa Piatti; o “Ragu de Cordeiro à Renda do Parmesão”, no cardápio do Palato Farol, ilustrado por Dalton Costa; o “Boa-noite Peixe Majestade”, no Akuaba, desenhado por Herbert Loureiro, e a “Tilápia Redendê dos Entremontes”, do Divina Gula, assinado por Pedro Lucena, dentre obras que contam ainda com nomes de peso como Maria Amélia Vieira, Lula Nogueira, Myrna Maracajá, Suel, Weber Salles e Thales França.

Para ganhar e colecionar os pratos, basta consumir nos restaurantes participantes a receita criada para o projeto até o dia 30 de novembro (ou enquanto durarem os estoques). A cada prato entregue para os clientes, os restaurantes destinarão o valor de R$ 10 para o projeto Arte no Prato, que em novembro realizará um circuito de oficinas de arte e artesanato comandado pela Galeria Karandash para 100 jovens e adultos em vulnerabilidade social.

“O projeto Arte no Prato é uma oportunidade para que a ALGÁS e todos aqueles que aderirem ao projeto através da compra dos pratos, juntos, participem da construção de uma ‘rede do bem’, de uma sociedade que reconhece e valoriza a sua própria cultura, atua como cidadão responsável e passa adiante essa ideia”, afirma Felipe Guimarães, gerente de marketing e comunicação da ALGÁS.

O lançamento do projeto acontecerá na galeria de arte Galpão 422, no Jaraguá, no dia 29 de outubro, às 19h30, com a exposição das obras criadas para o Arte no Prato, a presença dos artistas e chefs de cozinha e do governador de Alagoas, Renan Filho, além de representantes da ALGÁS. Após a noite de lançamento, a exposição ficará em cartaz até o dia 30 de dezembro, de segunda a sexta-feira, das 16h às 20h, e sábado, das 9h às 13h.

Confira o roteiro completo do projeto Arte no Prato:

 

Akuaba: “Boa-noite Peixe Majestade”, por Herbert Loureiro

Anamá:  “Moqueca Rendeira”, por Maria Amélia Vieira

Armazém Guimarães (Amélia Rosa): “Pizza bordada à carne de sol”, por Maria Amélia Vieira

Armazém Guimarães (Parque Shopping): “Ravioli ponto-de-cruz”, por Weber Salles   

Arrí Chopperia: “Filé de camarão rendeiro”, por Lula Nogueira

Bistrô Fernandes: “Bacalhau a tranças da Taboa”, por Suel Damasceno               

Bodega do Sertão: “Renda-se”, por Weber Salles          

Caruaru Galeteria Beer: “Bacalhau de couro quente”, por Myrna Maracajá

Divina Gula: “Tilápia redendê dos Entremontes”, por Pedro Lucena

Imperador dos Camarões: “Camarão ao ponto cheio”, por Lula Nogueira

Le Corbu:  “Filé das Alagoas”, por Pedro Lucena               

Lopana: “Camarão singeleza”, por Thales França

Maria Antonieta: “Gamberi bordado à labirinto”, por Rosa Piatti            

Palato Farol: “Ragu de cordeiro à renda do parmesão”, por Dalton Costa

Palato Ponta Verde: “Panelinha rendada no mar”, por Rosa Piatti         

Picuí: “Renda de mar e lagoa”, por Thales França

Sabatelli Pizza e Arte (Ponta Verde): “Risoto de mar e bilro”, por Suel Damasceno       

SantOrégano: “Redendê de siri”, por Dalton Costa

Sueca Comedoria: “Camadas do Múquem”, por Myrna Maracajá

Sur:  “Renascença de Chocolate”, por Herbert Loureiro

 

Sobre os artistas do Arte no Prato

 

Dalton Costa

Nascido em Goiânia no ano de 1955, Dalton Costa é pintor e escultor. O artista mantém junto com a esposa, Maria Amélia Vieira, a galeria de arte popular e museu Karandash, localizada no bairro do Centro, em Maceió. Já teve trabalhos expostos em diversas capitais brasileiras e também no exterior em cidades como Nova York e São Francisco, nos Estados Unidos e em Tóquio, no Japão.

 

Herbert Loureiro

O alagoano Herbert Loureiro, 26, é formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e trabalha como ilustrador, fotógrafo e produtor de moda em São Paulo. Seus primeiros desenhos, ainda na época do colégio, chamaram a atenção de um professor de redação, que o convidou para ilustrar um livro de poesias. Desde então, o artista não parou de criar. Suas obras, que têm forte inspiração na cultura Pop, já foram expostas em países europeus como França, Lituânia e Bélgica.

 

Lula Nogueira

O artista visual Lula Nogueira nasceu em Maceió em 1960, e é considerado como o maior pintor do estilo arte naif em Alagoas. Foi aluno do também pintor Pierre Chalita (1930 – 2010). Apesar de ser formado em engenharia, Lula sempre trabalhou no meio artístico, tendo participado de diversas exposições em cidades do Nordeste e do Sudeste. Em suas obras, costuma retratar o cotidiano dos maceioenses e a relação deles com a cidade.

 

Maria Amélia Vieira

Desde a infância, a pintora e escultora Maria Amélia Vieira tem uma estreita ligação com a arte. Influencia pela tia, a artista plástica carioca Maria Teresa Vieira, teve seu primeiro contato com o mundo artístico ainda na adolescência, quando se mudou para o Rio e Janeiro e lá passou a estudar na Escolinha de Arte do Brasil. Já teve trabalhos exposto em diversas cidades brasileiras e no exterior. Atualmente, gerencia junto com o marido, o também artista Dalton Costa, a Galeria e Museu Karandash, que tem em seu acervo mais de 2.000 peças de arte popular.

 

Myrna Maracajá

Apesar de ter nascido na região da zona da mata de Pernambuco, a artista visual Myrna Maracajá se fixou em Maceió – cidade que escolheu para abrir o próprio ateliê de artes, localizado no bairro do Poço. É ilustradora e já trabalhou para grandes editoras nacionais, como a Companhia das Letras e a Editora Brasil, e escreveu para o suplemento Folhinha, do jornal Folha de São Paulo. Seus principais trabalhos são voltados para o público infantil, tendo feito as ilustrações que compõem o livro “Minhas Férias” (1999), do escritor Marcelo Coelho. As obras da artista já foram expostas em algumas capitais brasileiras, como Recife e São Paulo.

 

Pedro Lucena

Pedro Lucena nasceu em Maceió mas só passou a levar sua arte a sério depois de passar uma temporada na Amazônia, no ano de 2006, quando trabalhou para o Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá – ele ilustrava as cartilhas que eram distribuídas aos ribeirinhos. Sua primeira exposição aconteceu no ano de 2008, pouco depois de voltar para a terra natal, e desde então não parou de criar. Além das ilustrações, trabalho que foi exposto em diversas cidades do Brasil e em Portugal, Pedro trabalhou com produção moda ao lado do estilista paulista Alexandre Herchcovitch na coleção outono/inverno 2014. Atualmente, administra a galeria de arte Galpão 422, localizada no bairro do Jaraguá, em Maceió.

 

Rosa Piatti

Arquiteta, designer de móveis e joias, artista visual e plástica. A alagoana Rosa Piatti é uma verdadeira polímata das artes. Seu hall de criações é extenso: luminárias, vestidos, móveis, painéis, porcelanas, esculturas, colares, pulseiras, dentre outros objetos cheios de cores, formas e vida. Filha de uma pernambucana, D. Zélia Maia Nobre, fundadora do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Rosa tem uma carreira internacional consolidada. Muitos de seus trabalhos já foram expostos nos Estados Unidos, Canadá, Arábia Saudita e em diversos países da Europa, como França, Itália e Londres. Já vendeu peças para famosos, como o ator hollywoodiano Brad Pitt. É uma das proprietárias da loja de decoração “Viver de Arte”, que possui unidades em Maceió, Ribeirão Preto e Rio de Janeiro.

 

Suel Damasceno

Ainda criança, o artista visual Suel Damasceno já demonstrava ter uma forte ligação com a arte. Inspirado pelos desenhos das histórias em quadrinhos que lia, e na observação do mundo ao redor, o maceioense passou a criar suas próprias ilustrações. Com o tempo, deixou de lado os lápis de colorir e aprendeu a usar os pincéis – com eles, passou a pintar camisas, telas e fachadas. Suel pode ser considerado um street artist, pois algumas de suas obras estão espalhadas em diversas ruas de Maceió. Um bom exemplo é no muro do bairro do Jaraguá, onde decorou, junto com outros artistas locais, a extensa faixa de concreto que vai até o porto da cidade. Seus trabalhos não se restringem à rua. Em 2007 criou a exposição “Urbanessência”, que ficou em cartaz na Pinacoteca da Universidade Federal de Alagoas – de acordo com o artista, as obras exibidas retratam o caos urbano e o cotidiano das cidades grandes, sem perder a sensibilidade das pequenas coisas do dia-a-dia.

 

Thales França

O designer Thales França faz parte da nova geração de artistas visuais alagoanos. Maceioense, o jovem, que tem 27 anos, expôs suas obras pela primeira vez em 2014, no projeto “Teatro Deodoro é o Maior Barato”. Pôde explorar melhor seu lado artístico quando viajou para o Canadá, país que morou durante alguns meses e onde aprendeu diferentes técnicas como aquarelagem e pintura digital. Em 2014, passou a dedicar-se exclusivamente às telas, que fizeram grande sucesso nas redes sociais. Atualmente, comanda o estúdio de design gráfico “Art Skull”.

 

Weber Salles

Weber Salles é diretor de cinema e sócio proprietário do estúdio de produção audiovisual Núcleo Zero. Em 2014, recebeu o prêmio de melhor trilha sonora na V Mostra Sururu de Cinema Alagoano, pelo curta-metragem “Dialetos”. Sua formação artística vem das artes plásticas, onde já experimentou diversas formas e materiais aplicados a esculturas, instalações e desenhos – daí para a animação, sua nova paixão, foi um pulo. 

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