Covid-19: retorno gradual das atividades ainda impõe restrições e infectologista alerta que perigo ainda não passou

Obrigatoriedade do uso de máscara e proibição de eventos que causem aglomeração ainda farão parte da etiqueta social por muito tempo

Assessoria de Comunicação / Isa Mendonça

Covid-19: retorno gradual das atividades ainda impõe restrições e infectologista alerta que perigo ainda não passou

Voltaremos à realidade que conhecíamos ou teremos uma vida completamente diferente? Essa é uma dúvida muito comum das pessoas após a flexibilização da quarentena diante da pandemia do novo coronavírus. Na última segunda-feira (20), Maceió deu mais um passo na reabertura de serviços não essenciais e agora está na Fase Amarela.

O Plano de Distanciamento Controlado prevê o funcionamento de lojas ou estabelecimentos de rua acima de 400 m². Infectologista do Sistema Hapvida, Silvia Fonseca, afirma que a vida ensaia uma volta ao normal, mas faz uma alerta: o perigo ainda não passou.

As pessoas vão precisar continuar convivendo com as restrições de distanciamento social até a distribuição de uma vacina contra a Covid-19.

“Vamos viver de uma maneira diferente, ou seja, evitando, ao máximo, o contato físico. Esse é um desafio porque, naturalmente, o brasileiro é caloroso. Mas, infelizmente, ainda não temos imunidade contra o vírus, então todo cuidado é pouco”, diz.

HÁBITOS DE HIGIENE DEVEM SER MANTIDOS

De acordo com uma pesquisa realizada pela Toluna, mesmo com uma possível volta ao normal, alguns hábitos serão mantidos e, inclusive, incorporados à rotina dos brasileiros. Por exemplo, a higienização das mãos continuará sendo reforçada.

Sobre esse assunto, a infectologista destaca a importância de ter sempre a mão o álcool em gel e, priorizando lavar com água e sabão, quando possível. Um dado que chama a atenção é que 40% dos entrevistados continuam planejando ir ao mercado ou a farmácia apenas quando necessário.

“Nada de festa, nada de aglomeração. Também vamos precisar nos acostumar a continuar usando máscaras de proteção facial”, complementa a especialista. “É preciso ficar atento aos sintomas do novo coronavírus. Procure ajuda médica caso necessário”, conclui.

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