FaceApp volta a fazer sucesso ao permitir edição de imagens para que usuários “troquem” de gênero

Com mais de 100 milhões de downloads na loja da Google Play Store, app faz sucesso novamente e famosos e anônimos entraram no clima divertido da brincadeira.

Janaina Ribeiro - Repórter

FaceApp volta a fazer sucesso ao permitir edição de imagens para que usuários “troquem” de gênero

O FaceApp está de volta e, durante todo este final de semana, invadiu o feed de milhões de internautas mundo a fora. A novidade de 2020, que surgiu exatamente um ano depois do aplicativo permitir edições para o envelhecimento do usuário, agora possibilita que a pessoa mude de gênero. Ou seja, se você é homem, pode editar a foto e ver como seria o seu rosto caso fosse uma mulher, e vice-versa.

Famosos de diferentes países participaram da brincadeira. Aqui no Brasil, Angélica, Maysa e Flávia Alessandra compartilharam o antes e o depois das alterações feitas no FaceApp, o que gerou grande engajamento dos fãs na internet. Em Alagoas, até o governador Renan Filho entrou no clima e compartilhou em seu perfil do Instagram (IG) a sua versão feminina. E ainda brincou: “Fique bem parecido com a minha mãe, Verônica Calheiros”, disse ele na rede social. O post recebeu milhares de curtidas e 874 comentários.

E não só as celebridades e personalidades entraram no clima por causa daa divertida funcionalidade do app. Anônimos também compartilharam em seus perfis a nova moda. O jornalista alagoano João Dionísio Soares foi um deles. “Eu achei a proposta bem divertida. E, em tempos de quarentena, o aplicativo conseguiu ser uma ferramenta que me ajudou a ocupar a mente. Fiz as versões masculinas e femininas de vários familiares e amigos e saí mandando para todo mundo”, brincou ele, que também compartilhou sua versão on-line em seu IG.

Esta não é primeira vez que o FaceApp faz sucesso. Há um ano, ele viralizou ao oferecer a proposta de envelhecer o rosto dos usuários, tornando-se uma febre internacional.

Jornalista alagoano João Dionísio Soares também entrou na brincadeira.

As polêmicas ano passado

O FaceApp é um aplicativo editor de fotos e vídeos que usa a tecnologia de rede neural para provocar transformações faciais. Mas, apesar dos resultados divertidos, ele foi alvo de grande polêmica em 2019. O app foi acusado de possuir uma política de privacidade frouxa e ainda teve que lidar com a acusação de ser racista.

De origem russa, com mais de 100 milhões de downloads na loja da Google Play Store, o a ferramenta foi investigada pelo FBI por suspeita do crime de ciberespionagem porque a sua política de privacidade daria brechas para que outras empresas utilizassem os dados do usuário que baixou o aplicativo. “Usamos ferramentas de estatísticas de terceiros para nos ajudar a mensurar o tráfego e as tendências de uso do Serviço. Essas ferramentas coletam informações enviadas pelo seu dispositivo ou nosso Serviço, incluindo as páginas web que você visita, add-ons e outras informações que nos ajudem a melhorar o Serviço. Coletamos e usamos estas informações estatísticas com informações estatísticas de outros Usuários, assim ela não pode ser usada para identificar qualquer Usuário em particular”, diz um trecho da política de privacidade. Em outras palavras, isso quer dizer que o o internauta que instalar o app está autorizando que o FaceApp e empresas parceiras possam coletar o seu histórico de navegação na internet.

E teve mais polêmica. Em 2017, o app também foi acusado de racismo porque, ao fazer mudanças nas fotos, ele automaticamente clareava as imagens.

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