Fernando de Noronha ganha fama de Havaí brasileiro

Arquipélago é boa opção com paisagens deslumbrantes e preço mais acessível

Fernando de Noronha ganha fama de Havaí brasileiro

Quem gosta de praia e de estar em contato com a natureza certamente já pensou em visitar o Havaí, ilha paradisíaca que faz parte do território estadunidense. A cultura local, as belezas naturais e a hospitalidade dos habitantes certamente servem de atrativos para os turistas, que aparecem pelas redondezas ano após ano. Quem mora no Brasil, entretanto, e está sofrendo com a desvalorização do real e o aumento do dólar, pode encontrar certas dificuldades na hora de se planejar. Por isso, vale buscar alternativas que possam se igualar ou, até mesmo, ultrapassar as expectativas da tão sonhada viagem.

O arquipélago de Fernando de Noronha, a aproximadamente 550 km do Recife, pode ser uma boa opção para quem deseja ter uma experiência parecida gastando um pouco menos. Para mostrar os atrativos do local, os empresários Gustavo Longman e Guilherme Luck, que administram as Pousadas EcoCharme na ilha. Confira:

 Paisagens deslumbrantes: Assim como o Havaí, Fernando de Noronha tem paisagens incríveis, que enchem os olhos de qualquer turista. “As praias do Sancho, Porcos e Leão sempre figuram na lista de praias mais bonitas do Brasil e do mundo, com areias fofas, água cristalina e uma fauna aquática riquíssima”, indica Longman. 

A ilha não é muito habitada: O arquipélago tem uma população de pouco mais de três mil habitantes, de acordo com o último senso realizado no local. Esse número é um dos fatores que colaboram para que o arquipélago seja um dos destinos mais bem preservados do país e possua uma das políticas ambientais mais rigorosas do Brasil. Grande parte do território é protegido pelo Instituto de Conservação Ambiental Chico Mendes (ICMBio) e apenas um número limitado de turistas podem entrar na ilha por vez. 

Paraíso dos surfistas: A praia da Cacimba do Padre é a mais procurada por surfistas que estão em busca de ondas radicais. As ondulações permanecem boas e ideais para a prática durante o ano todo, atingindo o pico entre os meses de novembro e março, com ondas que chegam até cinco metros de altura.

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